sábado, 25 de agosto de 2012

O SUCESSO DE "GINA INDELICADA" NO FACEBOOK


Em 10 dias, uma página chamada 'Gina Indelicada', criada no Facebook pelo estudante de publicidade Ricck Lopes, transformou-se em um fenômeno viral que ultrapassou 1 milhão de fãs na rede social, algo que muitas marcas conhecidas do grande público nem sempre conseguem.

Ricck é mineiro, estudante do 3º semestre de publicidade e mora em uma república com amigos. Ele já trabalhou em projetos ligados a redes sociais antes e comentou que está admirado com a velocidade com que 'Gina Indelicada' alcançou repercussão. Mas, mesmo assim, confessa que tinha a meta de chegar a 1 milhão de fãs quando fundou o perfil. Em entrevista, o jovem falou sobre como teve a ideia de criar a página e explicou onde fica a marca "Gina" nessa história.
Ricck Lopes, criador da página no Facebook "Gina indelicada" que já atingiu mais e 1 milhão de seguidores

De onde surgiu a ideia de criar a "Gina Indelicada"?
Já faz muito tempo que eu queria criar um personagem no Facebook. Isso não saía da minha cabeça. Cheguei a pensar em um perfil com a imagem da minha mãe e criei toda a personalidade, mas era difícil desenvolver humor com ela. Eu moro em uma república com amigos, e na semana passada estávamos cozinhando e vi a caixinha de palitos na prateleira. Foi assim que tive a ideia.
Por que você achou que a Gina tinha potencial para uma boa personagem?
Eu gosto muito da marca e sempre achei a Gina incrível. Ela tem uma coisa meio Mona Lisa. Resolvi pegar ela, que tem aquele ar tradicional, muito carismático, sorridente, e fazer um paradoxo, mostrando que ela poderia agir de forma contrária.

Por que você acha que deu certo?
São dois os argumentos para o sucesso da página. Primeiro, o paradoxo entre a imagem e a personalidade da Gina. Segundo, a interatividade do público. Tudo parte de uma provocação do público. Em outras páginas, a interação parte da marca em direção ao público. Na Gina (Indelicada), ele é que provoca a interação.
Você investiu algum dinheiro na divulgação da página?
A divulgação só foi feita pelo Facebook. Não investi nenhum centavo. Minha meta era chegar a 1 milhão de fãs em um mês. Eu achava que seria difícil, mas consegui rápido.

Você teve algum contato com a Rela Gina, dona da marca Gina, antes de criar a personagem?
Não houve uma procura da minha parte. O que tenho percebido na página é que as pessoas dizem que passaram em frente à gôndola no supermercado, deram uma risadinha para a Gina e compraram o produto. As pessoas não gostam disso de uma forma pejorativa. Tirar humor disso. Elas sabem distinguir humor de realidade.

Que impacto você imagina que "Gina Indelicada" pode ter sobre a marca?
Em nenhum momento imaginei que isso pudesse prejudicar a marca. Eu entendo o lado deles (da Rela Gina) e a preocupação com o posicionamento, mas acho que o que aconteceu demonstra que marcas gastam muito para chegar nesse número. Aqui não houve nenhum centavo investido.
A Rela Gina procurou você para conversar sobre o caso?
Eles me mandaram um e-mail ontem. Respondi em 14 minutos e não acho que possa resultar em algum processo. Eu sou estudante, moro em uma república e o dinheiro que tenho é para pagar a faculdade.

E se convidassem você para trabalhar a imagem da marca nas redes sociais? 
Eu ficaria lisonjeado e acho que aceitaria. Já recebi propostas para trabalhar com as redes sociais de uma marca. Uma proposta muito boa, que aconteceu por causa da Gina.

Por que você escondia sua identidade como criador da página até pouco tempo atrás?
Era uma questão estratégica. Eu não sou a Gina. Não queria ficar associado à página. Recebi convites para tocar na "balada" em que eu seria Dj Gina. Esse não sou eu. Por causa disso, preferi que as pessoas gostassem do projeto sem ter uma identificação com a minha imagem. Agora, as pessoas já gostam do projeto e eu posso me identificar.

CONFIRA OS NOMES MAIS ESQUISITOS DE CANDIDATOS NAS ELEIÇÕES 2012

Eleições de 2012 aí pertinho e você já deve ter percebido como existem candidatos com nomes esquistos espalhados por todo o Brasil. Neste post, você vai poder conhecer alguns deles.
Bixa Muda
Seu Madruga de Cotia
Fabety Boca de Motor
Homem Picanha
Geraldo Wolverine
Xuxa
Xibiu
Banha do Tabuleiro
Franklin Papai Noel
Luiz Meladinho
Pai Gay
Wescley Cueca
Billaw
Mulher Perereca
Pulga do Celular

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

KROKODIL: A DROGA ZUMBI RUSSA QUE FAZ VICIADOS APODRECEREM VIVOS


Parece um enredo de filme trash ou uma piada de internet. Uma droga barata e viciante de fácil obtenção que apodrece a carne deixando os ossos do usuário expostos ao mundo, um verdadeiro zumbi enquanto definha. No entanto, a droga russa conhecida como Krokodil é real e apavorante.

O que é Krokodil?

Krokodil é um substituto para uma droga cara, a heroína. O princípio ativo do Krokodil, é a "desomorphine" que é vendida em alguns países da Europa (especialmente a Suiça) como substituto da morfina e é conhecida pela farmacologia desde 1932. A desomorphine é de 8 a 10 vezes mais potente do que a morfina. Trata-se de um opiáceo sintético que possui estrutura quase idêntica à da heroína.

A Codeína, um narcótico disseminado pelo mundo inteiro e de fácil acesso pode ser transformado em desomorphine com algumas reações químicas relativamente baratas. Ela então é dissolvida e injetada pelo utilizador. Considerando que a heroína custa 150 dólares cada dose e o Krokodil pode ser obtido por menos de 10 dólares fica fácil entender a razão de sua existência.

Qual a razão do Krokodil apodrecer a carne de quem usa?

O problema não é necessariamente o vício na desomorphine, a substância em si não é tão nociva, tanto que é comercializada em alguns países. O fato é que a reação que transforma codeína em desomorphine pode ser feita numa cozinha, a maioria das apreensões da droga mostrou produtos com excesso de impurezas.

Aos fabricantes de Krokodil muitas vezes faltam materiais, e, portanto, usam gasolina como solvente, utilizam também fósforo vermelho, iodo, e ácido clorídrico como reagentes para sintetizar a desomorphine a partir de comprimidos de codeína. Não há um controle de qualidade e o produto sai diretamente do "fogão para a veia", causando estragos irreparáveis no corpo destes viciados.

4 IRMÃOS MORREM QUANDO SEGUIAM PARA VELÓRIO DA MÃE NA BAHIA


Quatro irmãos – Evadilson, Edivaldo, Sinésio e Edinaldo Novais Butumussu – que viajavam de São Paulo com destino à cidade de Ibirataia, onde participariam do velório da mãe morreram em decorrência da colisão do veículo que ocupavam, com uma caçamba carregada de pedras, na BR-116, a poucos metros do posto 10/4 da Polícia Rodoviária Federal, no município de Jequié.

O acidente ocorreu no Km 630,3 por volta das 22h25 de quarta-feira (22). O Palio de placa AMV-4894, no momento do acidente estava sendo conduzido por Evadilson Novais Putumuju, teria saído da cidade do Guarujá, litoral paulista. Chovia no momento do acidente e, de acordo com os policiais rodoviários, o carro teria rodopiado na pista indo de encontro à caçamba conduzida por Carlos Alves Mascarenhas, que saiu ileso. Os corpos das vítimas foram encaminhados ao IML do Complexo Policial de Jequié, para as formalidades legais e liberação para a família.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

AONDE FOMOS PARAR? CANDIDATOS A VEREADOR USAM SEXO PARA SE PROMOVEREM



Se sexo vende mais que qualquer outra coisa, a política não poderia ficar de fora e deixar de usar esse infalível recurso como estratégia de marketing para as eleições deste ano. Alguns candidatos a vereador exploram suas ocupações no meio artístico ou na indústria do sexo para chamar a atenção para si entre centenas de correntes, usando slogans e fotos ousadas - que às vezes acabam dando certo.

Marina Silva Queiroz, ou a "Mulher Perereca" (PRTB), explora a fama do rebolado para concorrer à Câmara Municipal de Salvador. A mascarada ficou famosa em 2009, como dançarina da música "Perereca", que fez sucesso na capital baiana no carnaval de 2009. Em 2011, foi coroada a "musa dos taxistas" da cidade, e agora é cantora de funk.
"Vou fazer uma drenagem linfática no governo, acabar com a corrupção com uma super dieta, usar muito suplemento e malhação para ter energia para trabalhar e erguer essa cidade" - essas são suas metafóricas propostas, simbolizadas pelo número 28069.


Também no centro do axé, Sara Verônica disputa uma cadeira pelo PSL com um panfleto que exibe todos os seus atributos de ex-dançarina de "Na Boquinha da Garrafa", hit emplacado pelo grupo Cia. do Pagode no início dos anos 1990. Ela também concorreu a vereadora em 2008, sem sucesso. 


Já Anivaldo Luiz da Silva, o Lobão (PSB), pretende conciliar a vida de músico e produtor de filmes pornô com as atividades parlamentares em Maceió. O candidato é vocalista da banda Cheiro de Calcinha e vende na rua DVDs com títulos como "Penetrando no Centro de Maceió". Ele diz que é cinegrafista das produções e que atua apenas "não sexualmente". 



MERGULHADOR DE ESGOTO INDIANO RECEBE R$ 9,50 POR DIA E UMA GARRAFA DE BEBIDA ALCOÓLICA PARA TRABALHAR


Você acha que seu trabalho é ruim? Então espere até conhecer o emprego de Devi Lal, o “mergulhador de esgoto” de Nova Deli.
Isso mesmo, Devi ganha a vida mergulhando e desentupindo esgotos da cidade indiana. E não é só, o homem de 43 anos ganha – pasmem – R$ 9,50 por dia (e uma garrafa de bebida alcoólica) para realizar tal tarefa.
Segundo o Daily Mail, a prefeitura sequer se preocupa em fornecer roupas de proteção para que Devi e seus colegas passem horas mergulhados em águas imundas.
De acordo com Harnam Singh, o presidente da comissão de limpadores de esgoto de Nova Deli, quase 70% dos empregados acabam morrendo em função das condições de trabalho. Estima-se que 61 mergulhadores morreram apenas nos últimos 6 meses.
Mesmo que a Índia proíba a prática desde 1993, as agências governamentais usam milhares de desentupidores manuais para limpar esgotos no País.
A Índia é uma das economias que mais crescem no mundo, mas a pobreza continua generalizada com a estimativa de 42,5% das crianças sofrendo de desnutrição.
De acordo com dados de 2010, do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas, cerca de 37,2% dos indianos vivem abaixo da linha de pobreza, com 68,7% sobrevivendo com apenas US$ 2 por dia.
Curiosamente, esta semana, o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, confirmou que seu país vai gastar entre 70 e 90 milhões de dólares em uma missão espacial em Marte.

sábado, 18 de agosto de 2012

TOUREIRO É CHIFRADO NO ABDOME EM MADRI

chifre do touro no abdome Toureiro é chifrado no abdome em Madri

Um toureiro levou a pior em apresentação em Las Ventas, a famosa praça de touradas em Madri (Espanha). Fernando Cruz foi chifrado no abdome e na perna direita pelo animal ensanguentado, noticiou o jornal esportivo “Marca”. Um dos chifres do touro penetrou 20 centímetros no abdome do “matador”. O outro chifre furou a parte superior da coxa do espanhol, que é adorado pelo público.

toureiro chifrado Toureiro é chifrado no abdome em Madri

O estado do toureiro é considerado extremamente grave. Cruz foi operado no próprio complexo de Las Ventas e, depois, levado a um hospital da capital espanhola.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

DIRETORA DE CADEIA QUE DAVA REGALIAS A PRESOS É DENUNCIADA POR AGENTES NA PB


A Secretaria de Administração Penitenciária da Paraíba abriu uma sindicância nesta quarta-feira (11) para investigar denúncias de irregularidades na direção da cadeia pública da cidade de Juazeirinho, no Cariri da Paraíba. Os agentes penitenciários que trabalham na unidade prisional alegam que a diretora está concedendo regalias aos presos. 

Os agentes fizeram a denúncia à Gerência do Sistema Penitenciário (Gesipe) e registraram um boletim de ocorrência na delegacia de Polícia Civil da cidade. Entre as denúncias, os agentes alegam que a diretora, Denice de Fátima Farias, estaria concedendo visitas em horários impróprios, dois banhos de sol por dia, além de deixar os detentos no pátio no período da noite.
“São inúmeros desmandos. Além das visitas à vontade, das vistorias mal feitas, das revistas, tem o desvio de alimentos e a cobertura de quebra de albergue. Ela grita, ameaça e assedia moralmente os agentes que trabalham na unidade. Ela escondeu o livro de registro e levou o computador da cadeia, que era recursos onde registrávamos o que acontecia”, relatou a agente Samara Souto.
A reportagem entrou em contato com a diretora que desmentiu as acusações e negou qualquer tipo de irregularidade na gestão. “São notícias infudadas. O caso já foi entregue à Justiça e o meu advogado está cuidando de tudo. Eu só falo em juízo, mas adianto que eles terão que provar o que estão dizendo”, se defendeu Denice.
O tenente coronel Arnaldo Sobrinho, gerente do sistema penitenciário, disse que já convocou a diretora para uma reunião para que ela explique as acusações. “Não posso confirmar as denúncias feitas pelos agentes, mas estamos investigando se há irregularidades e já está no Diário Oficial do Estado a abertura da sindicância para apurar tudo”, explicou.
A cadeia pública de Juazeirinho tem 20 presos no regime fechado e 13 no regime semiaberto. São nove agentes que trabalham na unidade, além de uma funcionária pública da prefeitura da cidade.

CANSADA DE PERDER, TORCIDA CRIA FORMA CURIOSA DE PROTESTO



Cansados por verem seu time perder 5 partidas seguidas, vários torcedores do Magdeburg, time da quarta divisão alemã, resolveram inovar. Eles levaram várias setas para o estádio a fim de indicar onde ficava o gol do time adversário. Sempre que o Magdeburg atacava, lá estavam eles, prontos para sinalizar. Curiosamente, neste jogo, o time fez um gol, mas perdeu por 2×1.
Já imaginaram se a moda pega aqui no Campeonato Brasileiro? Quem você acha que precisaria dessa ajuda?

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

JORNALISTA AMERICANO CRITICA COMPORTAMENTO DE TORCIDA BRASILEIRA E DAS JOGADORAS DE VÓLEI NAS OLIMPÍADAS DE LONDRES


O jornalista americano Reid Fordgrave, do Fox Sports, criticou o comportamento da torcida brasileira e da seleção feminina de vôlei, campeã olímpica, durante a final do torneio.
Na sua coluna, Fordgrave afirma que jamais desprezou tanto um time olímpico quanto aquele do Brasil.
No início da matéria, ele faz elogios ao incentivo oferecido pelo País ao voleibol profissional, dizendo que não há nada igual em nenhum outro país e que o ouro olímpico foi muito bem merecido, pois as americanas foram dominadas pelas nossas meninas.
Entretanto, Fordgrave descreveu a torcida brasileira de uma forma bastante particular. “Ao longo da vitória por 3-1 do Brasil, os torcedores brasileiros barulhentos vaiaram todos os serviços das americanas. Foi a primeira vez que vi um atleta sendo vaiado nos Jogos Olímpicos de Londres. Os torcedores apitavam e corriam para cima e para baixo as escadas enrolados na bandeira brasileira. Quando as medalhas de bronze eram entregues às japonesas e as de prata para as norte-americanas, as medalhas de ouro dançavam e se sacudiam. Elas bateram as mãos no pódio. Enquanto as americanas tinham seu momento no pódio, as brasileiras apontavam para sua torcida e faziam um movimento de câmera lenta, como em ‘Carruagens de Fogo’“, escreveu ele.
“Foi uma falta de classe, antidesportiva, contra o espírito olímpico – e, talvez, também uma prévia do que o mundo experimentará durante os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro“, complementou.
Fordgrave também cita um depoimento da jogadora norte-americana Logan Tom. “Eles celebram um pouco diferente dos americanos. Disse para elas algo como ‘tirem seus traseiros do pódio’ antes de comemorar. É uma questão de respeito. Muitas delas são minhas amigas, é a cultura delas, elas podem celebrar do jeito que quiserem“, disse a jogadora.
Mas voltando ao jornalista norte-americano, ele defende-se dizendo que não se trata de uma acusação contra a exuberância do Brasil. “Eles são conhecidos por caipirinhas e carnaval, pelo samba e pelas festas na praia durante toda a noite. Eles são conhecidos por se divertir e viver a vida como ela deve ser vivida“.
No final do texto, Fordgrave comenta o mundo deve se acostumar aos hábitos brasileiros, pelo bem da boa convivência. “Quanto à torcida brasileira vaindo cada vez que uma americana iria para o serviço? Jornalistas norte-americanos (como eu) que estavam twittando indignados não sabiam disso, mas é simplesmente uma prática comum em jogos de voleibol no Brasil. Os Jogos Olímpicos, afinal de contas, servem para estar lado a lado e conviver com as diferenças culturais por algumas semanas. Nem todos se vestem da mesma maneira. Nós todos não falamos da mesma forma“, concluiu.